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Instrução Normativa sobre pragas florestais é debatida na Câmara das Florestas Plantadas da Seapi

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Foto: Divulgação/Seapi
Por Darlene Silveira

A minuta de uma Instrução Normativa da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) sobre pragas florestais no Rio Grande do Sul foi debatida durante a reunião da Câmara Setorial das Florestas Plantadas da Seapi, que ocorreu nesta quarta-feira (2/4). O coordenador da Câmara, Jorge Reineck, conduziu o encontro, que contou com a presença do secretário da Agricultura, Clair Kuhn.

A minuta foi apresentada pelo diretor do Departamento de Defesa Vegetal da Seapi, Ricardo Felicetti, aos representantes do setor. “A IN fala sobre ações a serem desenvolvidas para que as principais pragas florestais tenham uma política de controle, de identificação e de pesquisa”, disse. “O setor agora vai debater e dar opiniões e sugestões para, posteriormente, publicarmos a IN”.

No encontro também foi discutida outra Instrução Normativa sobre o retorno do registro dos produtores de mudas florestais de acácia-negra, eucaliptos, pinus e erva-mate junto ao Cadastro Florestal do Rio Grande do Sul da Seapi. Segundo o assessor técnico da Câmara, Fabrício Azolin, foi destacada a importância de existir um cadastro dos produtores de mudas vinculado ao Cadastro Florestal. “A questão foi aprovada para início da tramitação na forma de Instrução Normativa. O Cadastro Florestal terá, no futuro, os produtores de mudas dessas espécies para termos as estatísticas de produção e de comercialização no Estado”.

Esteve em pauta ainda a situação atual do controle da vespa-da-madeira com um produto feito pela Embrapa, o Nematec. A Seapi está tratando internamente do assunto para verificar formas de viabilizar o produto. “O intuito é que os hortos florestais de pinus tenham esse produto disponível para poderem controlar a vespa-da-madeira. É um controle biológico feito com nematoides, em parceria com o Sindimadeira-RS e a Associação Gaúcha de Empresas Florestais (Ageflor), que já apoiam a distribuição das doses há anos”, explicou Azolin.

Durante a reunião, também ficou acertada a criação de um grupo de trabalho para a discussão de um projeto de comunicação florestal, que vai ser composto por representantes do Sindimadeira, Ageflor, Associação Gaúcha dos Produtores de Florestas plantadas (Agaflor) e Emater/RS-Ascar, entre outras instituições. “A ideia é termos um plano de ação para a comunicação florestal, ou educação florestal no Estado. Também pleiteando recursos do Fundeflor”, adiantou Azolin.

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